O rádio sempre teve um trunfo incontestável: alcance. Mas, por muito tempo, faltou ao meio um calo no sapato dos anunciantes: a dificuldade de comprovar, com o mesmo nível de detalhamento das mídias digitais, o que acontece depois que o ouvinte escuta um comercial.
Segundo um novo estudo do Interactive Advertising Bureau (IAB), o rádio está reduzindo de forma acelerada a diferença em relação ao digital quando o assunto é mensuração, atribuição e resolução de identidade. O áudio pode ter entrado mais tarde nessa festa, mas já chegou com tudo.
Mensuração de verdade: o rádio agora comprova resultado
O documento do IAB, chamado Unlocking the Power of Data-Driven Audio, mostra que tecnologias como pixels de atribuição, inserção dinâmica de anúncios e sistemas de identidade estão transformando o rádio em uma mídia mensurável como nunca antes.
O principal exemplo é o AudioGraph, plataforma da iHeartMedia que combina dados próprios de ouvintes com modelos preditivos. Resultado: campanhas planejadas com a ferramenta tiveram 75% mais desempenho em indicadores-chave do que modelos tradicionais baseados apenas em dados demográficos.
Nos Estados Unidos, o rádio AM/FM já representa dois terços de toda a audiência de áudio com publicidade e alcança 87% dos adultos semanalmente. E campanhas analisadas pelo IAB mostraram que o áudio gerou 25% de alcance incremental em relação à TV conectada e mídia exterior.
O rádio não é mais “o que toca no carro”. É dados. É resultado. É comprovável.
A Ouro Verde FM está no dial, no streaming, nos aplicativos e em todas as plataformas que importam. O Rádio 3.0 não é mais sobre o futuro, é sobre agora.
E agora, com mensuração de verdade, seu investimento publicitário tem comprovação de resultado.